Month: September 2016

Automatic Dependent Surveillance-Broadcast – ADS-B (Part I)

This content is a piece of our initiative to study security in aviation. All experiences and content developed by us will be available here on right moment. To start, we will understand a little about ADS-B.

ADS-B is one of technologies from NextGen Platform (Next Generation Air Transportation). NextGen is a initiative from FAA (Federal Aviation Administration) for enhance the current Air Traffic Control. The proposal promises a great operational gains, security and financial support for the entire chain of stakeholders involved in air transportation.

ADS-B technology is responsible for communication between aircrafts and between aircraft and air traffic control. This technology has been widely used in aircrafts and it will be mandatory adoption in the coming years (from 2020 US / Europe 2017).

This is a cooperative surveillance technology for tracking aircraft. Each aircraft determine your position via GPS. Every aircraft equipped with ADS-B will periodically send your location information, speed, altitude, identification and other details to ground stations and others aircrafts also equipped with ADS-B present in that area.

This technology will replace the radar as the primary method of surveillance to detect the position of aircraft worldwide.

Supposedly the ADS-B technology should increase safety in aviation by making visible aircraft in real time, exchanging information such as position and velocity, transmitted every second, but the current technology of ADS-B make use of broadcast transmission, in clear text ( without encryption or other security measures) using radio frequency (1090MHz – Modulation PPM).

ADS-B technology consists of two different systems that are ADS-B In and Out.



It is the basic level of ADS-B functionality. It’s basically all communication that is issued by the ADS-B aircraft.



The information reported by ADS-B Out (other aircraft) will be received by aircraft equipped with ADS-B In system. This functionality is intended to alert the crew about the traffic around you.


Understood the basics, let’s look under security optical…

First, we have the situation where the plane is sending uncontrolled information concerning that flight. This set of information is sent in broadcast, or for everyone. It does not require authentication and is not made any kind of control of the recipient and sender.

The signal sent by the ADS-B uses the 1090MHz frequency modulation Digital Pulse Position modulation (PPM) and Manchester code where a ZERO bit is encoded 01 and the ONE bit is encoded 10.


An ADS-B message contains 112 bits, for example:

Example message in BINARY format:



The same example in HEX format:



The table below shows the bit organization of the message.

drwxr radio ads-b format

(img from:


In a future opportunity we will detail every message part….

So far we understood that ADS-B from every airplane will be emitting the bit sequence shown above approximately 2 times per second.

Sites like FlightRadar and FlightAware uses radio receivers around the world, collaboratively, to capture the ADS-B information of the aircrafts and centered in a friendly way on the map showing the vast majority of flights flown in the world.


Illustrating how the tracking sites of ADS-B aircraft:

drwxr radio ads-b flow

(Flight radar flow)


The ADS-B waveform can be observed in following images:

drwxr radio ads-b waveform

(Waveform ADS-B OUT and Transmit Channel)


drwxr radio ads-b waveform decoded

(Waveforms of decoded block).

This is the first content, introduction to ADS-B technology. In the next content we will discuss more about the decoding and show how you can capture the information of the aircraft in its viewing area. Only after that we can have a view of the risks of ADS-B technology…

Think how dangerous a Replay Attack could be in aviation scenario.

to be continued…

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Replay Attack – Doorbell

Recently I bought a low cost wireless doorbell so I decided to analyze the RF communication and reproduce a replay attack.

To accomplish the attack I used an Ettus USRP2 N210 SDR (Software Defined Radio), a Voye wireless doorbell and GNU Radio.

The replay attack (also called as playback attack) is simple and very interesting attack, it works by simply recording a signal and then rebroadcasting it once it used a “fix code” signal to activate the doorbell.

(Ettus USRP2 N210 SDR (Software Defined Radio)

Voye DoorBell

(Voye wireless doorbell)

GNU Radio

GNU Radio Companion (GRC) is a graphical tool for creating signal flow graphs and generating flow-graph source code.

More info:


Identifying the signal

Usually doorbells operates at frequencies of 433Mhz (Europe) or 315Mhz (America), it was first noticed the frequency of 433Mhz in order to get signal but nothing was found. Analyzing the 315MHz frequency we found the signal from the doorbell transmitter.

We used GQRX to clearly identify the frequency:


(GQRX – identify the frequency)

Capturing the signal

We recorded the signal from the doorbell transmitter in GNU Radio into a RAW file.

We’re using 2e6 (2M) as Sample Rate and this value should be used in every step.


(flow-graph capturing the signal)


Opening this up in AUDACITY we can see groups of pulses making up a single button press and we can identify this is a OOK (On-Off Keying) Signal.


(Audacity – Raw File)

On zooming in to a button press, we can see these button presses are made up of similar looking groups.


(Audacity – Raw File – Zoom in)


Isolating the signal

Now we are going to export this slice of signal (4 sequences):


(Audacity – Isolating the signal)

Notice that we’ve exported 4 sequences because the receiver has a error rate and it needs to receive more than 1 package of bits.

We gonna export using the following configuration:


(Audacity – Export Configuration)

Transmitting the signal

Finally, the last step was to create a flow graph to transmit the raw signal isolated.


(flow-graph transmitting the signal)

After executing the doorbell will ring…

Video of replay attack:



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Captando sinais Infravermelhos (IR) com RTL

Neste artigo será apresentado como utilizar o RTL para receber sinais de controle remoto infravermelho (IR), incluindo o controle fornecido com o equipamento RTL. O receptor infravermelho do RTL é surpreendentemente poderoso, ele foi capaz de captar sinais de todos os controles remotos que testamos, retornando os dados brutos (raw) para decodificação.

É possível criar um replicador ou emissor de infravermelho bastante simples, o mais complexo é encontrar o que deve ser transmitido. Vamos tratar aqui de leitura raw, ou seja do que os controles IR enviam. Neste momento não será demonstrado como replicar ou como construir um emissor IR.

O RTL-SDR é um receptor de TV Digital via conexão USB para Computador, que pode ser utilizado também como Rádio para captar Ondas Eletromagnéticas.
Geralmente estes receptores contém uma antena e um controle remoto infravermelho (IR), que é utilizado para ligar/desligar, mudar de canais, configurações de volume, etc.
Isso quer dizer que o equipamento contém um receptor de Infravermelho (IR), além do receptor de rádio frequência da TV digital.


(Receptor RTL)


(Receptor Infravermelho)

Espectro de frequências

O RTL que utilizamos (Realtek RTL2838 DBV-T) pode sintonizar dentro de 24 MHz – 1.7 GHz, ou seja 2.4 x 10⁷ Hz até 1.7×10⁹ Hz.

Abaixo o espectro de frequência completo:


(Espectro de frequência)

Em frequências mais altas, ou comprimentos de onda mais curtos, temos a luz infravermelha visível, ultravioleta, entre outras.

A radiação infravermelha é uma radiação eletromagnética cujo comprimento de onda é maior do que o da luz visível, e por consequência não é visível para os seres humanos. O nome significa “abaixo do vermelho” (do latim infra, “abaixo”). Isto se deve ao fato de a cor vermelha possuir a menor frequência do espectro de luz visível e o infravermelho possuir uma frequência logo abaixo da dele.
O comprimento de onda do infravermelho possui tamanho aproximadamente de 750 nm a 1mm. Estes comprimentos de onda estão muito além da faixa de frequência de sintonizador de a RTL-SDR ou qualquer SDR comum.
O sensor infravermelho, que é um componente separado do adaptador RTL-SDR, pode receber esses sinais.


Existe uma ferramenta, que faz parte de uma lib específica, chamada librtlsdr, a qual contém alguns códigos para trabalhar com os receptores do dispositivo RTL. A princípio estas ferramentas foram criadas para trabalho com o receptor Rafael Micro R820T (ou similares, que recebem 24 MHz – 1.7 GHz). Recentemente foi incorporado ao repositório arquivos que possibilitam a captação de infravermelho do dispositivo (rlt_ir).

Comandos para instalação

Abaixo um breve tutorial para realizar a instalação:

git clone
cd librtlsdr
mkdir build
cd build
cmake ../
sudo make install
sudo ldconfig

Para que usuários normais (sem privilégios de root) possam utilizar, deve ser executado também a instrução abaixo:


(Instalação concluída)


Após a instalação, tudo estará preparado para receber as informações. Para deixar o dispositivo em modo “ouvinte” deve ser executado o seguinte comando:


Executando o comando rtl_ir, deverá aparecer a seguinte mensagem:

(Execução RTL_IR)

Isso indica que o processo funcionou e o dispositivo está pronto para receber os dados.
Para testar, basta apontar um controle infravermelho (televisão, TV a cabo, etc) e apertar as teclas.
Os bits enviados pelo controle infravermelho, serão apresentados na tela, conforme imagem abaixo:

(Sequência de Bits recebidos por Infravermelho)


Como pode ser visto acima, é possível obter facilmente informações dos controles infravermelho, ou seja é apenas uma atividade introdutória ao assunto, podendo ser explorada muito mais a fundo, como por exemplo decodificação e replicação de sinais, entre outras coisas.

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